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  TCE - Tratado Cosmológico Espacial

.17/11/2013

O 5º FUNDAMENTO  DA  TEORIA  ESPACIAL  DIZ:

" Tudo que conseguimos perceber no Universo é fruto da transformação do 'Espaço imaginário' em 'Espaço real' e vice versa, através de um 'ponto mutacional' no 'Espaço mental' individual ou coletivo "

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POSTULAÇÃO  BÁSICA – 5º F

*  Tudo o que se pode perceber no 'Espaço real' anteriormente foi idealizado ou reconhecido no 'Espaço imaginário' ou 'Espaço mental';

*  No 'Espaço imaginário', tudo que é idealizado possui subsídios no 'Espaço real';

*  O 'Espaço real' flui para o 'Espaço imaginário' e vice versa, através de um ponto comum entre eles, que foi denominado de 'Ponto de mutação' (PM = 0);

*  A motivação imaginativa inicia-se na 'intencionalidade', voluntária ou não;

* A 'intencionalidade' é geradora de ações construtivas, destrutivas ou neutras no Universo;

* Toda 'intenção' é regida pelas 'Leis da Conveniência';

* A base da 'conveniência universal' está no 'Princípio Inteligente' (PI);

* Todas as realizações inteligentes são frutos da ação e reação por sincronicidade;

* A transformação do 'Espaço imaginário' em 'Espaço real' é semelhante à transformação do 'Espaço primordial' em ‘Espaço origem' no início da formação do Universo;

* Não existe nenhuma realização inteligente ou conveniente por obra de "acasos" sem a 'sincronicidade'.

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AXIOMA  05

"De qualquer posição onde um observador esteja, tudo o que ele consegue perceber no Universo é Dinâmico, Relativo e Conveniente"

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DISSERTAÇÃO 5º F

CICLO DINÂMICO UNIVERSAL  E A  ORIGEM  DO  UNIVERSO  MATERIAL

Com base no Ciclo Dinâmico Universal (CDU), já apresentado com o 2º fundamento (2ºF), são reveladas a seguir, com mais detalhes, as sete etapas do processo de transformação do 'Espaço' em Matéria, seguindo o teor dos fundamentos (F), postulados (P), enunciado (E) e Leis propostas (Lp) da ‘Teoria Espacial (TE).
Via de regra, o CDU sempre é iniciado quando ocorre um “desequilíbrio de forças”, por mais sutil que ele seja - na TE é chamado de 'Binário de forças'. No exemplo a seguir, o binário é protagonizado por “pensamentos” (individuais ou coletivos), que são gerados no 'Espaço imaginário' e vão se manifestar no 'Espaço real' até a consolidação final (1ºF), ou seja, o ‘Espaço’ vai se transformar em energia, e na sequência, em elementos de matéria (átomos) através do agente ‘transformador universal’: o “movimento” (2ºF). 
Seguem as sete etapas do CDU:

1º - Fluxo espacial

Se as entidades perceptíveis (ou não) existentes no 'Espaço real' se apresentaram pela primeira vez em um 'Espaço-imaginário' (5ºF), então, para dar origem a uma simples 'partícula elementar', o processo pode ser iniciado a partir de um pensamento 'intencional' e objetivo. Esse pensamento, em curto 'Espaço tempo' (4ºF), em um “ponto singular” na 'extensão espacial' do Universo, poderá iniciar um sutil movimento de um volume proporcional do 'Espaço puro' (ou ‘Espaço virgem’), por ser esse um "fluido sensível” às vibrações de ondas mentais, sem oposição significativa de outros volumes de 'Espaços' vizinhos. Como exemplo, uma correnteza isolada dentro de um mesmo rio ou mesmo uma frequência de uma rádio próxima de outra sem se misturarem (1ºF);

Esse movimento do 'Espaço' foi denominado 'Fluxo espacial '. [01]

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2º - Ação e Reação

Se um volume de 'Espaço' está em movimento, ele também está em Ação. E, nesta condição de 'Fluxo espacial’, inevitavelmente sofrerá uma Reação igual e contrária (Leis dinâmicas), enquanto a ‘Intenção’ original persistir... Quanto maior a 'intenção', maior probabilidade de transformação.

Com a Reação contínua, o fluxo de espaço é forçado a mudar de direção continuamente também, ou mais precisamente, tender a 'espiralar' (Lei 3b) e, na sequência, completar o primeiro giro de 360 graus (o Tao), e nesse processo de 'espiral'  concêntrica vai diminuir  em  raio e aumentar  seu  valor em  giros (Lei 3c), significando também o aumento de velocidade do 'fluxo'.

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3º - Polarização

Enquanto o Fluxo for contínuo, irão ocorrer novas interferências Reativas, obrigando o fluxo mais adiantado a continuar ‘espiralando’ em direção a um 'centro virtual ('força centrípeta'),  formando um 'micro redemoinho'. Nesta condição de giro, o Fluxo espacial rapidamente se Polariza (Lei p). Se o giro for do sentido da esquerda para a direita (horário), a polaridade será "positiva"; e se da direita para a esquerda (anti-horário), será "negativa" (convenção).
Do primeiro giro até a chegada ao centro, acontece um aumento significativo da velocidade do 'conteúdo espacial', e o raio tende a Zero - maior 'densidade de movimento' (Lei 3b).
Quando o Fluxo espacial direcionado chega ao 'centro da espiral', é impedido de continuar na mesma trajetória, por ser ali o final do percurso;
Na sequência, o fluxo, já de energia, por haver se polarizado com o giro (post.), tem três alternativas:

a) Espalhar-se radialmente do centro para a periferia do circulo que se formou.
b) Sair perpendicularmente ao plano de giro (eixo virtual), nas duas direções convencional mente chamadas de 'Norte' e 'Sul'.
c) Comprimir-se na região central, formando um 'centro de massa';

- 'Convenientemente', o fluxo ocorre das três formas:

1º) Uma parte do fluxo "escapa" radialmente com uma 'força de repulsão' (pressão inversa) proporcional à aceleração de chegada, ou seja, sai do centro para a periferia e espalha o conteúdo radialmente em todas as direções, cortando transversalmente os "braços" da espiral em curso, porém, agora com certa oposição de uma nova força - 'força centrífuga'.

2º) Outra parte sai pelo 'eixo virtual' que, naturalmente se formou, tendendo manter o mesmo sentido do giro, sendo um lado do eixo denominado de pólo Norte, e o outro apontado para o sentido oposto, denominado pólo Sul,  em forma de 'vórtice cônico'.

3º) A parte restante não consegue sair imediatamente do pequeno 'centro de massa' e para de girar, perdendo a polaridade (energia neutra). Porém, tende a "vibrar" e, quanto maior a concentração (acúmulo) do fluido espacial naquele ponto, maior será a 'vibração' e, consequentemente, vai se transformar em "energias simples”, como o calor, principalmente, que aumentará até atingir e ultrapassar o “limite” da ‘força centrípeta’, o suficiente para conseguir "voltar" no contrafluxo. O 'conteúdo' que escapa como 'energia térmica' mantém a 'polaridade' neutra. Contudo, sai mais "denso" (concentrado), pois acumulou 'energia' e se manifestará como 'calor radiante' (infravermelho), proporcional à quantidade do movimento vibratório e da velocidade do conjunto no ‘Espaço’ externo (Lei p).

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4º - Emissão de Imagens

Se o conteúdo de ‘Espaço’ "entrar" num sistema dinâmico qualquer por força do movimento (1°F), em seguida, ele "terá que sair", mesmo sendo de variadas formas (Lei p);
O 'refluxo radial' de ‘energia térmica que parte para a periferia do 'micro espiral', depois de se acumular na região central, adquire o "formato" de todo o conteúdo espiralado, como em uma forma de bolo. A essa energia que é "expelida" de dentro para fora, com o formato do 'conteúdo dinâmico' (micro espiral ou micro sistema), foi dado o nome de ' 'Imagem' (com ' I ' maiúsculo).

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5º - Propagação

As 'Imagens' que partem no 'refluxo' vão se 'propagar' através do 'Espaço cósmico', lembrando que o ‘Espaço’ é perfeitamente solidário ao movimento, ou seja, não se opõe a ele (P).
A freqüência de 'propagação' não é linear, e sim pulsante (quadro a quadro). As ‘Imagens’ só escapam em 'pacotes de energia' (quântica) depois que adquirem uma 'força de repulsão' (centrífuga) maior que a 'força de coesão' (centrípeta), o que significa uma superação do 'limite de equilíbrio' entre as forças opostas envolvidas (binário de forças).

Esse estágio de 'propagação' ocorre em todas as direções radiais e, as 'Imagens' que já estão fora do ‘micro sistema’ começam a 'convergir' enquanto se afastam de sua origem, ou seja, vão diminuindo de tamanho enquanto se propagam pelo 'Espaço cósmico', quase indefinidamente...
Em outras palavras, as 'Imagens' vão tender ao "infinitamente pequeno" - sua dimensão tendendo a Zero.
E na medida em que cada 'Imagem' (quadro) se desloca 'diminuindo', cada vez mais seu conteúdo de energia vai se 'concentrando'.
Quando as 'Imagens' atingem um diâmetro 'imensurável', já podem ser consideradas 'micropartículas elementares' que viajam pelo 'Espaço cósmico' de maneira "errante", até encontrarem com um feixe de Luz: a 'portadora universal' (TCE), e passam a se propagar em linha reta se não encontrarem obstáculos ou outras interferências significativas.
Naturalmente, as 'Imagens' da mesma fonte se "alinham" e formam um 'feixe de Imagens' (ou micro imagens, dependendo do estágio), estabelecendo assim uma seqüência sincronizada chamada pelo TCE  'cone de Imagens'.

Nota: Quando a 'Imagem' é originária de um corpo emissor de Luz, como uma estrela, as 'partículas elementares' são conhecidas como 'Raios cósmicos'. Na presença da 'Luz', as ‘Imagens convergentes' se propagam na direção e sentido dos feixes de Luz da fonte mais forte (maior energia). O agrupamento das 'Imagens' naturalmente acontece por similaridade de 'formas' dos conteúdos, relativas à quantidade de movimentos que a geraram e que também determinam o nível de 'ressonância' e/ou 'entropia' entre elas. (Leis modificadas).

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6º - Inércia / massa

Se uma quantidade de 'Imagens' (ou partículas) se propaga numa mesma direção e com velocidade constante, então, surge a inércia: um somatório dos pequenos ‘vetores’ dinâmicos que vão se consolidar em 'massa’(1ºF e 2ºF).
Nesse estágio, já se tem um 'corpo mensurável' ou 'microssistema dinâmico', pois existe nele movimento, polarização, Imagem, propagação  e  inércia.

À medida em que novas 'Imagens' se propagam "convergentemente", viajando longínquas distâncias, e seus 'raios' estão próximos do Zero, manifestan-se como corpúsculos extraordinariamente pequenos, porém, com grandes quantidades de energia acumulada. Quando se "chocam" (encontram) com outros 'micros sistemas' ou algum outro elemento em formação, acontece a 'superposição de Imagens' e, conseqüentemente, um aumento gradual de massa ao longo de um 'período espacial', que já se pode chamar de 'Tempo'.

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7º - Matéria

À medida em que a massa vai aumentando sua densidade através da 'superposição de Imagens', 'partículas elementares' vão se formando e se "amontoando" (de várias espécies juntas), em algum lugar do Cosmo, principalmente em conteúdos já consolidados.
Finalizando, quando a quantidade de 'partículas elementares' é significativamente grande, é natural se "reagruparem" por similaridade (ou ressonância) e 'entropia' (Lei mod.), nascendo, assim, os tipos de 'elementos de matéria' ou ' átomos e moléculas'.
Uma vez que 'átomos' são natural ou artificialmente estruturados em sistemas "inteligentemente organizados", temos, então, tipos diferentes de 'matéria', e nos seus respectivos estados físicos, ou seja, matéria sólida, líquida ou gasosa...

Desta maneira, exemplificou-se toda a seqüência da ordem de movimentos capaz de transformar 'Espaço imaginário' em 'Espaço real', 'Espaço real' em 'energia', a energia em ‘Imagem’ e Imagem em matéria.

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TRANSFORMANDO  'ESPAÇO  REAL'  EM  'ESPAÇO  IMAGINÁRIO'

Como toda boa Lei, a recíproca tem que ser verdadeira! Se formos capazes de "imaginar" e, a partir dessa 'ação' (motivação imaginativa), construir qualquer coisa, seremos igualmente capazes de receber idéias prontas e completas de qualquer outra coisa, já existente ou não - 'intuição'.

Toda idéia 'creadora' [02], geralmente vem pronta e se apresenta no 'Espaço mental' individual ou coletivo. Depois, é certo decidir o que fazer com ela, seja a revelação de uma nova realidade ou simplesmente algo que pareça insignificante.

Para percebermos os fenômenos existentes no 'Espaço real', eles precisam ser transformados em 'Espaço imaginário', para que nossa mente consiga interpretá-los, fazendo uso das quatro dimensões espaciais básicas: altura, largura, profundidade e tempo.

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NOTAS:
[01] Baseado na Lei de ação e reação => “pensar é causar” - toda causa produz um efeito, assim como para toda 'ação' existe uma 'reação' igual e contrária. O 'efeito', nesse caso, é o de um 'movimento inicial', por mais sutil que seja o pensamento 'creativo'. [voltar]

[02] “O crear supera o procrear” => Huberto Hohden. O Crear é a manifestação da "Essência" em forma de existência – o Criar é a transição de uma existência para outra existência (Alvorada Editora). [voltar]

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A .seguir, as Novas Leis Propostas pela Teoria Espacial...

 

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